Chichén Itzá, Ruínas Tulum, Cobá e Ek Balam (Cancún, México)

Pirâmide de Kukulcán Chichén Itzá
Pirâmide ou Templo de Kukulcán em Chichén Itzá

Ruínas Maias. Nos arredores de Cancún e da Riviera Maya existem 4 grandes sítios arqueológicos/ruínas de antigas cidades maias: Chichén Itzá, Tulum, Cobá e Ek Balam.

Durante a minha viagem pela região eu tive a oportunidade de conhecer essas 4 ruínas e neste artigo vou relatar e dar dicas de cada uma delas 🙂

Chichén Itzá, Ruínas de Tulum, Ruínas de Cobá e Ruínas de Ek Balam: veja a localização, como chegar, preços, horários e todas as dicas para você visitar.

Importante: os preços e o relato são da época da minha viagem, Abril de 2016.

Não deixe de assistir o vídeo no final do artigo, imperdível.

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Localização das ruínas

Ruínas de Tulum
Ruínas de Tulum

Cancún e Playa del Carmen são as cidades onde a maioria dos turistas ficam hospedados, mas infelizmente elas não são as melhores localizadas para conhecer as ruínas.

A mais próxima de Cancún são as Ruínas de Tulum, distante 130 km. Chichén Itzá, o sítio arqueológico mais famoso, fica a mais de 200 km de Cancún.

Veja a localização desses 4 sítios arqueológicos:

Vale a pena ir com agência ou por conta própria?

Ruínas de Cobá
Pirâmide de Nohoch Mul em Cobá

Pelo que eu notei a maioria dos turistas opta por conhecer as ruínas com as excursões das agências que fazem passeios bate-volta no mesmo dia. Ao meu ver ir com as agências tem 2 vantagens: comodidade e um guia incluído. É possível que você passe mais tempo dentro do ônibus do que curtindo as atrações. É comum a reclamação de turistas que fazem bate-volta de Cancún para Chichén Itzá. Os ônibus saem cedinho de Cancún, fazem pinga-pinga nos hotéis para pegar os turistas, passam em um cenote, em uma loja de artesanato com preços acima da média, um restaurante para almoçar e deixam pouco tempo para os turistas explorarem Chichén Itzá, retornando para Cancún já tarde da noite. Existem passeios vips com maior conforto e menor número de turistas. Também dá para ir de táxi, mas vai sair bem caro.

Tour Grupo Xcaret: o grupo Experiencias Xcaret (dos parques Xcaret, Xel-Há e Xplor) oferece alguns tours pelos sítios arqueológicos. É uma empresa renomada e o conforto desses tours geralmente é maior que nas demais agências de Cancún. Para Chichén Itzá são 2 opções: o Xichen Clasico (mais barato) e o Xichen Deluxe. Para as Ruínas de Tulum o tour combina as Ruínas de Tulum + parque Xel-Há no mesmo passeio. Para as Ruínas de Cobá o tour combina as Ruínas de Cobá + parque Xel-Há no mesmo passeio.

Como eu estava com carro alugado fui por conta própria nos sítios arqueológicos e economizei tempo e dinheiro. Fugi dos preços cobrados pelas agências e cheguei cedinho nos sítios mais visitados, Chichén Itzá e Tulum, antes da massa de turistas vindos de Cancún chegar. Veja dicas para alugar carro em Cancún e região.

Caso você não queira alugar um carro também dá para economizar e ir com transporte público em algumas ruínas. Eu explico com mais detalhes abaixo, nas dicas de cada sítio arqueológico.

Uma desvantagem de ir por conta é a falta de um guia. Enquanto as agências disponibilizam um guia que dá explicações sobre a história, a sociedade e a cultura das cidades e da civilização maia, ao ir por conta você terá que percorrer as ruínas sem guia (há plaquinhas explicativas) ou contratar um guia particular lá na hora (mais abaixo eu relato os preços).

Roteiro: leia o artigo com dicas para você montar o roteiro em Cancún e região.

Cidades-base para conhecer as ruínas

Ruínas de Ek Balam
Ruínas de Ek Balam

A melhor maneira de otimizar tempo e dinheiro para conhecer as ruínas é se hospedar mais próximo delas.

Eu me hospedei na incrível Tulum (usei de base para conhecer as ruínas de Tulum e Cobá) e na linda Valladolid (usei de base para conhecer Chichén Itzá e Ek Balam). É claro que além das ruínas o meu roteiro incluiu praias, ilhas, cenotes, parques, igrejas e outras atrações.

Nos artigos onde ficar em Tulum e onde ficar em Valladolid você encontra mais detalhes dessas cidades e dicas de hotéis e pousadas.

Veja o mapa de localização das ruínas (em azul) e das cidades que eu me hospedei para conhecê-las (estrelas):

O calor: a maioria dos sítios ficam em áreas bem quentes e abafadas, principalmente nos meses de verão. É recomendável que você vá com roupas leves, calçado confortável (você vai andar bastante), protetor solar, óculos de sol, chapéu ou boné. Na entrada dos sítios há alguma estrutura com venda de alimentos, bebidas e banheiros. Dentro da área arqueológica não há estrutura. Leve uma garrafinha de água para beber durante o tour nas ruínas. Muitas pessoas levam sombrinhas e algumas agências até disponibilizam sombrinhas para os turistas.

Leia abaixo o relato e as dicas de Chichén Itzá, Tulum, Cobá e Ek Balam.

Dicas Chichén Itzá:

Chichén Itzá foi fundada no século 4 a.C., abandonada no século 7 d.C. e reconstruída no século 10 d.C. Viveu o apogeu até o século 13 d.C quando entrou em decadência. Durante o auge foi o centro político e econômico da civilização maia.

É o sítio arqueológico mais famoso e visitado da região de Cancún. Em Chichén Itzá fica o principal cartão postal de toda a civilização maia, a Pirâmide ou Templo de Kukulcán, também chamada de El Castillo, eleita uma das 7 Maravilhas do Mundo Moderno.

Pirâmide ou Templo de Kukulcán Chichén Itzá
Pirâmide ou Templo de Kukulcán

A pirâmide possui 30 metros de altura, sendo 24 metros de degraus e 6 metros do templo superior. Não é permitido subir e nem entrar na pirâmide. Nos equinócios do outono e da primavera (por volta de 20 de março e 22 de setembro) a pirâmide projeta uma sombra da luz solar em forma da Serpente de Kukulcán, a Serpente Emplumada. Nos dias dos equinócios Chichén Itzá recebe uma multidão de visitantes, mas também é possível visualizar a sombra nos dias anteriores e posteriores ao equinócio.

Outros templos, ruínas e atrações de Chichén Itzá são: o Cenote Sagrado, o Templo dos Guerreiros, a Praça das Mil Colunas, o Observatório (El Caracol), o campo do Jogo de Pelotas, entre outros.

Templo dos Guerreiros Chichén Itzá
Templo dos Guerreiros
Observatório Chichén Itzá
Observatório (El Caracol)

No Cenote Sagrado, local onde ocorriam sacrifícios (inclusive humanos), não é possível entrar, apenas olhar da borda.

Cenote Sagrado Chichén Itzá
Cenote Sagrado

O Jogo de Pelotas era um esporte (com forte ligação de rituais) popular entre os povos de grande parte da América Central e do Caribe. O campo de Chichén Itzá era o maior de toda Mesoamérica (inclui partes do México e da América Central).

Jogo de Pelotas Chichén Itzá
Jogo de Pelotas

A minha experiência em Chichén Itzá

Como eu me hospedei em Valladolid pude chegar bem cedo (antes das 09:00) e o local estava praticamente vazio. Fui embora por volta das 11:00 quando havia uma massa de turistas chegando com os ônibus das agências.

Além de aproveitar o sítio arqueológico vazio, outra vantagem de ir cedo é fugir do calor que fica mais forte a partir do meio-dia. As ruínas ficam em áreas descampadas, desprotegidas do sol.

Pirâmide ou Templo de Kukulcán Chichén Itzá
Pirâmide praticamente vazia em Chichén Itzá

Ao entrar no sítio a primeira atração já é a Pirâmide de Kukulcán. Para ir em outras atrações é preciso percorrer caminhos de terra arborizados e repletos de ambulantes vendendo artesanato.

De todos os lugares que percorremos em Cancún e região foi em Chichén Itzá que os preços dos artesanatos estavam mais baratos. Negocie bastante, dá para comprar os itens por menos da metade do valor original oferecido pelos ambulantes. E você notará que a quantidade de barraquinhas em Chichén Itzá é quase que infinita.

Chichén Itzá

Chichén Itzá

Chichén Itzá é um passeio imperdível, apesar de não ter sido as ruínas que mais gostamos de visitar. A Pirâmide de Kukulcán é muito linda e sem dúvida eleva o passeio por Chichén Itzá a um nível superior.

Dos 4 sítios arqueológicos que visitamos eu acho que Chichén Itzá é o que mais é necessário caminhar para percorrer todo o local. Ficamos em torno de 2 horas por lá.

Informações Chichén Itzá:

  • Horário de funcionamento: todos os dias das 08:00 às 17:00 (último acesso às 16:00). Também existe um acesso gratuito noturno nas Noites de Kukulcán.
  • Preços: o valor total é de 232 pesos por pessoa (há uma taxa estadual e outra federal). Estacionamento: 30 pesos. Taxa para quem deseja fazer vídeos (mesmo com uma câmera fotográfica comum ou celular): 45 pesos. Guias particulares: 650 pesos em espanhol e 750 pesos em outras línguas, válido para acompanhar uma pessoa, um casal ou pequenos grupos. É comum você encontrar turistas querendo dividir o guia para economizar. Caso queira ir sem guia é oferecido um mapinha de orientação com explicações básicas. Em frente às ruínas há plaquinhas explicativas.
  • Distâncias até Chichén Itzá: Valladolid (45 km), Tulum (152 km), Mérida (152 km), Playa del Carmen (181 km) e Zona Hoteleira de Cancún (220 km).
  • Agências: em Cancún, Playa del Carmen e Mérida você encontrará diversas agências que oferecem passeios bate-volta para Chichén Itzá. Na Viator dá para ter uma ideia dos preços e reservar o seu passeio: Viator Chichén Itzá.
  • Tour Grupo Xcaret: o grupo Experiencias Xcaret (dos parques Xcaret, Xel-Há e Xplor) oferece duas opções de tour para Chichén Itzá. É uma empresa renomada e o conforto desses tours geralmente é maior que nas demais agências de Cancún. Confira: Tour Xichen ClasicoTour Xichen Deluxe.
  • Como chegar de Carro: de Cancún e Playa del Carmen são duas opções, a Rodovia 180 que é simples, passa dentro de cidades e não tem pedágio, e a Rodovia 180D que é uma autopista duplicada, mais rápida e com 2 pedágios até Chichén Itzá (totalizando 286 pesos). Eu recomendo a 180D, só abasteça antes de pegar a estrada porque ela quase não tem opções de postos e de alimentação.
  • Ônibus rodoviário: o mais comum é ir de Mérida ou de Valladolid, cidades mais próximas e com várias frequências. Há ônibus desde Cancún e Playa del Carmen, mas são poucas as frequências e o trajeto é demorado, recomendo ir com carro alugado ou agências. Desde Valladolid dá para ir com táxis ou vans (colectivos).
  • Estrutura: na entrada do sítio há restaurante, conveniência e banheiros.
  • Site oficial: Zona Arqueológica de Chichén Itzá

Mapa de localização Chichén Itzá:

Dicas Ruínas de Tulum

Tulum foi fundada no século 6 d.C. e após a chegada dos espanhóis no século 16 d.C. entrou em decadência e foi abandonada. Ela era uma cidade murada e o nome Tulum, em maia, é uma referência aos muros. Localizada à beira-mar a cidade era um importante porto e entreposto comercial.

O Sítio Arqueológico de Tulum é o segundo mais vistado da região, atrás apenas de Chichén Itzá.

Ao contrário dos demais sítios que eu visitei as construções em Tulum não impressionam tanto no quesito altura. São construções baixas e grande parte em ruínas, embora sejam bem elaboradas e ricas nos detalhes. Na área das ruínas vivia a elite de Tulum, enquanto a maioria da população vivia fora das muralhas.

Ruínas Tulum

Ruínas Tulum

O mais impressionante é a localização, no alto de um pequeno morro de frente para o mar. E não é qualquer mar, é o do Caribe:

Ruínas Tulum

As Ruínas de Tulum são as mais próximas de Cancún. E ainda mais próxima de Playa del Carmen e de outros locais da Riviera Maya, o que contribui para o grande número de turistas.

A minha experiência nas Ruínas de Tulum

Eu me hospedei na cidade de Tulum, que é bem próxima das ruínas. Se você puder, também fique uns 2 ou 3 dias por lá. A cidade possui uma atmosfera incrível, lindas praias, cenotes e é a mais próxima das ruínas de Tulum e de Cobá.

O estacionamento do sítio arqueológico possui uma boa estrutura com lojas, restaurante, banheiros, cafés, etc. No meio do estacionamento há uma espécie de quiosque oficial de informações. Ali você pode, gratuitamente, pegar um mapa, consultar os preços e pedir informações.

Ruínas Tulum

Do estacionamento até as ruínas o trajeto é um pouco distante, uns 700 metros. Esse trajeto você pode percorrer a pé (no calor pode ser cansativo) ou com um trenzinho.

A bilheteria principal para comprar o ingresso de acesso às ruínas fica lá na entrada das ruínas, após os 700 metros de percurso.

Antes de percorrer os 700 metros, ao lado do local da onde sai o trenzinho, há duas outras pequenas bilheterias: uma é para o ticket do trenzinho e a outra vende ingressos para os parques do Xcaret. Nessa que vende ingressos para os parques também é possível comprar o ingresso para as ruínas. Eu comprei ali, sem filas, enquanto na bilheteria principal lá na entrada das ruínas havia uma boa fila.

Ruínas Tulum
Bilheteria que eu comprei os ingressos (a que vende tickets para os parques)

Eu recomendo ir até as ruínas com o trenzinho, é baratinho (20 pesos). Só que uns 2 ou 3 grupos de excursão chegaram um pouco antes da gente formando uma fila de uns 30 minutos para o trenzinho. Dessa maneira preferimos ir a pé mesmo.

Ruínas Tulum

A área do sítio arqueológico de Tulum é bem menor que Chichén Itzá e Cobá. Esse fato, aliado ao grande número de turistas que visitam o local, faz com que o sítio arqueológico de Tulum tenha o aspecto de mais cheio que Chichén Itzá (onde os turistas ficam mais espalhados). As construções em Tulum ficam próximas entre si.

Ruínas Tulum

A principal construção em Tulum é o El Castillo:

Ruínas Tulum

Após percorrer as ruínas fomos em direção aos mirantes com vista para o mar, que na minha opinião são os locais mais imperdíveis do sítio.

Ruínas Tulum

As Ruínas de Tulum também são famosas por terem uma linda praia dentro do sítio arqueológico, onde é possível tomar banhos de mar e se refrescar do calor. Caso seja essa a sua intenção vá com uma roupa de banho por baixo.

Infelizmente quando eu fui a praia estava fechada. Era período de desova das tartarugas.

Ruínas Tulum
Escadaria que dá acesso à praia, que estava fechada. A construção ao fundo é o El Castillo

Eu encontrei na internet uma foto da praia das ruínas com turistas 🙂

Ruínas Tulum
Crédito da foto: Pixabay, sob a licença CC0 1.0

Recomendo as Ruínas de Tulum. O conjunto ruínas maias + mar azul do Caribe + proximidade com Cancún e Playa del Carmen faz de Tulum uma atração única. Ficamos cerca de 1:30 no local.

Informações Ruínas de Tulum:

  • Horário de funcionamento: todos os dias das 08:00 às 17:00 (último acesso às 16:30).
  • Preços: 65 pesos por pessoa. Estacionamento: 120 pesos. Trenzinho: 20 pesos. Passeio de barco (não fiz) até os corais na frente das ruínas (dura 1:30h com parada para snorkel e dá para ver as ruínas do mar): 500 pesos por pessoa. Guias particulares: varia de acordo com o número de pessoas, veja a foto mais abaixo. Caso vá sem guia há um mapinha gratuito (bem sem vergonha) e plaquinhas explicativas.
  • Distâncias até as Ruínas de Tulum: da cidade de Tulum (2 km), Playa del Carmen (62 km), Valladolid (103 km) e Zona Hoteleira Cancún (133 km).
  • Agências: muitas agências oferecem passeios até as ruínas de Tulum saindo de Cancún ou de Playa del Carmen. O comum é combinar Tulum com outras atrações como o parque Xel-Há (não recomendo porque o parque é um passeio para um dia inteiro), a Praia de Akumal (onde é possível nadar com tartarugas), as Ruínas de Cobá ou algum cenote. Na Viator dá para ter uma ideia dos preços e reservar o seu passeio: Viator Tulum.
  • Tour Grupo Xcaret: o grupo Experiencias Xcaret (dos parques Xcaret, Xel-Há e Xplor) oferece um tour que combina as Ruínas de Tulum + Parque Xel-Há no mesmo passeio.
  • Como chegar de carro: desde Cancún e Playa del Carmen o acesso é pela Rodovia Cancún-Tulum (307), uma rodovia duplicada, sem pedágios e bem sinalizada. Muito fácil.
  • Ônibus rodoviário ou van: dá para ir saindo de Cancún ou Playa del Carmen, bem mais fácil e comum do que ir para Chichén Itzá. Os ônibus saem do terminal de autobuses da ADO nas duas cidades. Também dá para ir com as vans (colectivos, a maneira mais barata e desconfortável de ir) saindo de Playa del Carmen. Com as vans saindo do centro de Cancún é preciso fazer baldeação em Playa del Carmen.
  • Estrutura: na região do estacionamento há uma boa estrutura com lojas, restaurantes e banheiros.
  • Vai por conta própria? Grande parte dos turistas que vão por conta acabam conciliando as ruínas com a linda Playa Paraíso, distante 15 minutos de caminhada ao sul das ruínas ou 7 km de carro. Foi o que eu fiz.
  • Site oficial: Zona Arqueológica de Tulum

Veja nessa foto os valores para contratar um guia em Tulum. Note que os guias cobram de acordo com o número de pessoas. A tabela da esquerda inclui o ingresso, o trenzinho e o guia. A tabela da direita inclui o ingresso e o guia. Preços em dólares:

Ruínas Tulum

Mapa de localização das Ruínas de Tulum:

Ruínas de Cobá

Já vou adiantando que foram essas as ruínas que eu mais gostei 🙂

A cidade de Cobá tem indícios de ocupação desde o século 1 a.C., mas cresceu econômica e politicamente a partir do século 4 d.C. e viveu o seu apogeu até o século 11 d.C., quando era uma das principais cidades da civilização maia. Quando os espanhóis chegaram ao México ela já havia entrado em decadência e tinha sido abandonada.

Após muitos séculos de abandono Cobá ficou encoberta pela mata até poucas décadas atrás. Até hoje a maior parte da cidade está encoberta pelas árvores. Esse aspecto rústico e selvagem é um dos grandes diferenciais de Cobá.

Outro detalhe que não vai passar desapercebido é que o principal templo de Cobá, a Pirâmide de Nohoch Mul, não só tem 42 metros de altura (12 metros a mais que a pirâmide de Chichén Itzá), como está livre para que os turistas possam subir e admirar a paisagem lá de cima. Demais né?

Ruínas de Cobá

As ruínas de Cobá estão bastante espalhadas. É aí que entra outro item interessante: ela é a única, entre as ruínas que eu fui, onde é possível fazer o tour de bicicleta. Se você não gosta de pedalar não se preocupe, há triciclos que funcionam como táxis onde o condutor leva dois turistas. Mais abaixo eu explico melhor.

O roteiro em Cobá passa por poucas construções, menos que nos demais sítios arqueológicos.

A minha experiência em Cobá

Visitamos Cobá a partir de Tulum onde estávamos hospedados. Chegamos por volta das 10:00. O estacionamento e a entrada do sítio arqueológico fica ao lado de um lago (na verdade a cidade fica entre dois lagos). Ali na entrada já tem a bilheteria, os guias (caso você queira contratar) e logo após a entrada há um quiosque para alugar as bicicletas e os triciclos.

Ruínas de Cobá

Importante: eu recomendo que você alugue uma bicicleta ou triciclo. Entre a entrada do sítio e a última construção a ser visitada, que é a pirâmide, são uns 2 km de caminhada para ir mais 2 km para voltar. Não se engane, apesar das árvores o lugar é bem quente.

O aluguel das bikes custa 50 pesos. O triciclo, que na verdade é um táxiciclo – ou seria um tricitáxi 🙂 – tem 2 opções: 1:20h por 125 pesos ou 2:00h por 200 pesos. O triciclo leva 2 pessoas e o condutor não é guia, ele não dá explicações. Caso você queira, você pode contratar um guia à parte (os preços eu relato mais abaixo).

Alugamos as bicicletas e fomos pedalando pela estradinha no meio da mata, passando por algumas ruínas encobertas e construções descobertas. Um passeio muito especial na minha opinião.

Ruínas de Cobá

Ruínas de Cobá

Ruínas de Cobá

Ruínas de Cobá
Campo do Jogo de Pelotas, bem pequeno

Até que chegamos no grand finale que é a Pirâmide de Nohoch Mul com seus 42 metros de altura. Ela tem um aspecto bem rústico e um formato irregular.

Ali os mais animados podem se aventurar e subir a pirâmide. É claro que subimos 🙂

Os degraus são estreitos e irregulares e por isso muitas pessoas utilizam a corda para subir e descer. E muitos descem sentados. Eu e a Renata levamos de boa, subimos e descemos rapidamente, andando mesmo, só parando um pouquinho no meio da subida para descansar.

Ruínas de Cobá

Ruínas de Cobá

Lá em cima tem um pequeno templo fechado. E uma vista espetacular de muitos quilômetros de mata.

Ruínas de Cobá

O conjunto da obra: mata + bicicleta + aspecto rústico e selvagem + subida na pirâmide faz de Cobá, na minha opinião, as melhores ruínas que eu visitei na região de Cancún e da Riviera Maya.

Ruínas de Cobá

Veja bem, se você gosta de admirar as construções, os detalhes, os desenhos, a arquitetura, talvez Cobá te agrade menos pelo fato do número de construções ser menor e delas serem mais rústicas que as de Chichén Itzá e Tulum, por exemplo.

Ficamos um pouco menos de 2 horas nas ruínas e o local tinha menos turistas que Tulum e Chichén Itzá.

Informações Ruínas de Cobá:

  • Horário de funcionamento: Todos os dias das 08:00 às 17:00 (último acesso às 16:30).
  • Preços: 65 pesos por pessoa. Estacionamento: 50 pesos. Aluguel de bicicleta: 50 pesos. Triciclo com condutor para dois turistas: 125 pesos por 1:20h ou 200 pesos por 2:00h. Guias particulares: 500 pesos por guia (válido até para um pequeno grupo de pessoas). Caso vá sem guia há plaquinhas explicativas. Taxa para fazer vídeos, mesmo com câmera fotográfica comum ou celular: 45 pesos.
  • Distâncias até as Ruínas de Cobá: Tulum (47 km), Valladolid (60 km), Playa del Carmen (110 km) e Zona Hoteleira de Cancún (145 km).
  • Agências: são várias agências com passeios desde Cancún e Playa del Carmen, geralmente combinando com outras atrações como praias, cenotes ou as Ruínas de Tulum. Na Viator dá para ter uma ideia dos preços e reservar o seu passeio: Viator Cobá
  • Tour Grupo Xcaret: o grupo Experiencias Xcaret (dos parques Xcaret, Xel-Há e Xplor) oferece um tour que combina as Ruínas de Cobá + Parque Xel-Há no mesmo passeio.
  • Como chegar de carro: de Tulum pela Rodovia 109 que tem pista simples, mas está em boas condições e bem sinalizada. De Playa del Carmen você tem que ir até Tulum pela Rodovia Cancún-Tulum (307) e depois seguir pela Rodovia 109. De Cancún a opção mais rápida é ir pela Rodovia 180 e em Nuevo Xcán pegar a Rodovia 109 (não dirigi nesse trecho, não sei o estado). Mas vindo de Cancún eu recomendo a Rodovia Cancún-Tulum (307), que embora aumente o percurso, ela é duplicada e possui muitas atrações para você combinar no mesmo dia: praias, cenotes ou mesmo as Ruínas de Tulum. As rodovias não possuem pedágio.
  • Ônibus rodoviário: a ADO tem ônibus de Tulum e Playa del Carmen para Cobá, mas as frequências são poucas.
  • Estrutura: na entrada do sítio há lojas, restaurantes e banheiros.
  • Vai por conta própria?  Se você for de carro dá para esticar 6 km adiante das ruínas e conhecer os Cenotes de Cobá (são 3 cenotes, mas eu fui em 2, veja mais detalhes no meu relato dos cenotes).
  • Site: Zona Arqueológica de Cobá

Mapa de localização das Ruínas de Cobá:

Dicas Ek Balam

É o sítio arqueológico menos visitado entre os 4 deste artigo, embora não seja menos interessante.

Há indícios de ocupação em Ek Balam desde o século 4 a.C., mas a cidade viveu o seu apogeu entre os séculos 7 e 10 d.C., entrando em decadência nos séculos seguintes e provavelmente estava abandonada quando os espanhóis chegaram. Ek Balam significa Jaguar Negro e ela era uma cidade murada.

As construções disponíveis para a visitação ficam em torno de duas praças principais (Sul e Norte), uma ao lado da outra e com o campo do Jogo de Pelotas entre elas. As construções são próximas e ficam ao redor das praças, reduzindo o caminho a ser percorrido.

As duas construções que se destacam em Ek Balam são o Palácio Oval e a Acrópole. Elas estão em lados opostos das praças. Em ambas é possível subir e admirar a paisagem.

Ek Balam
Palácio Oval
Ek Balam
Acrópole

A minha experiência em Ek Balam

Fomos em Ek Balam no dia em que nos deslocamos de Tulum para Valladolid. Saímos de Tulum pela manhã e fomos direto para Ek Balam. Chegamos lá por volta das 10:30 e ficamos em torno de 1:30h. Após o tour em Ek Balam seguimos para Valladolid fazer o check-in em nossa pousada e passear pela cidade. Valladolid é uma linda cidade colonial e recomendo que você fique 1 ou 2 noites nela.

A entrada do sítio arqueológico tem uma pequena estrutura com banheiros e uma conveniência que vende água, sorvete e salgadinhos. Da entrada do sítio até as ruínas é preciso caminhar uns 400 metros.

Ao chegar nas praças onde estão as ruínas a primeira construção é o Palácio Oval. Subimos as escadarias para ter uma visão geral do sítio.

Ek Balam

Dali seguimos para a outra ponta das praças onde está a Acrópole, a maior construção de Ek Balam, com 31 metros de altura. Ela impressiona não só pela altura, mas pelo volume construído. Além de alta ela é larga e comprida, uma das maiores construções da civilização maia.

É claro que subimos a Acrópole 🙂

Os degraus são mais largos e menos irregulares que os da Pirâmide de Cobá, um pouco mais fácil de subir.

Ek Balam

No meio da subida você pode acessar a tumba onde está enterrado Ukit Kan Le’t Tok, um dos maiores governantes de Ek Balam. A tumba tem a fachada ricamente adornada e a porta lembra a boca de um jaguar. Não é permitido entrar.

Ek Balam

Ek Balam

Ek Balam

De volta à escadaria, subimos até o topo para apreciar a linda vista.

Ek Balam
Vista do alto da Acrópole

No final das contas achei a vista do alto do Palácio Oval mais bonita do que do alto da Acrópole, apesar do palácio ser bem mais baixo.

Ek Balam
Vista do alto do Palácio Oval

Assim como as demais ruínas também recomendo a visita à Ek Balam. Agora compliquei o seu roteiro né 🙂

Cenote em Ek Balam: na entrada do sítio arqueológico há 2 caminhos, um para as ruínas e outro para o Cenote X’canché. O ticket para o cenote é separado das ruínas e para ir somente ao cenote não é necessário comprar o ticket para as ruínas. A entrada para o cenote custa 30 pesos. Para chegar ao cenote você terá que caminhar 1,5  km, alugar uma bicicleta (70 pesos) ou contratar um táxiciclo (100 pesos). As bicicletas e o táxiciclo não são permitidos para ir até as ruínas. Horário do cenote: 08:00 às 15:30. Eu não fui no cenote, porque queria conhecer a cidade de Valladolid.

Informações Ek Balam:

  • Horário de funcionamento: todos os dias das 08:00 às 17:00 (último acesso às 16:15).
  • Preços: total de 193 pesos (divididos em uma taxa estadual e outra federal). Estacionamento: grátis, mas tinha flanelinhas pedindo propina. Guia para as ruínas em espanhol (500 pesos) e inglês (600 pesos), preços válidos para até pequenos grupos. Caso vá sem guia há um mapinha básico e plaquinhas explicativas. Taxa para fazer vídeos, mesmo com câmera fotográfica comum ou celular: 45 pesos.
  • Distâncias até Ek Balam: Valladolid (27 km), Tulum (127 km), Playa del Carmen (156 km), Mérida (174 km) e Zona Hoteleira de Cancún (194 km).
  • Agências: você encontra passeios saindo de Cancún e Playa del Carmen, geralmente combinando com outras atrações. Na Viator dá para ter uma ideia dos preços e reservar o seu passeio: Viator Ek Balam
  • Ônibus rodoviário: creio que não haja ônibus de linha até Ek Balam. O indicado é pegar um ônibus até Valladolid e de lá pegar uma van (colectivos) ou um táxi até Ek Balam.
  • Como chegar de carro: o trajeto final até Ek Balam é pela Rodovia 295 que vai de Valladolid até as ruínas passando pela cidadezinha de Temozón. De Cancún e Playa del Carmen você pode vir pela Rodovia 180D (autopista duplicada com pedágio) ou pela Rodovia 180 (pista simples, passa por dentro das cidades, sem pedágio). De Tulum, como eu fiz, você deve seguir pelas rodovias 109 e depois a 180 (as duas com pista simples e sem pedágio) até Valladolid e de lá para Ek Balam.
  • Estrutura: na entrada há uma estrutura bem simples com banheiros, venda de água e salgadinhos e algumas barracas de artesanato.
  • Vai de carro? Dá para combinar Chichén Itzá e Ek Balam no mesmo dia, a distância entre os dois locais é de 67 km.
  • Site oficial: Zona Arqueológica de Ek Balam

Mapa de localização de Ek Balam:

Como encaixar as ruínas maias no roteiro? Qual é a melhor?

Apesar deste artigo ser apenas sobre ruínas existem muitos outros tipos de atrações na região de Cancún e da Riviera Maya: praias, ilhas, cenotes, parques, etc. Sem contar que a maioria dos turistas também precisa de um tempo para curtir o grande resort all-inclusive em que está hospedado.

Se após todo esse relato você ainda tem dúvidas sobre qual ou quais ruínas visitar eu vou dar mais algumas dicas. Tenha em mente que este artigo é um relato com a minha visão e a sua pode ser diferente. Não fique preso ao que eu escrevo. A minha intenção é que você tenha uma base para tirar as próprias conclusões.

Só recomendo que você visite os 4 sítios arqueológicos se o seu roteiro tem muitos dias ou se você for fanático por ruínas. Eu fiquei 14 dias pela região e montei um roteiro muito bem elaborado.

Chichén Itzá: imperdível, seu eu fosse em apenas um sítio arqueológico, Chichén Itzá seria a minha escolha.

Tulum: reúne ruínas + mar + proximidade com Cancún e Playa del Carmen + muitas atrações próximas. O legal de Tulum é que dá para combinar no mesmo dia um cenote com cavernas, uma praia como Akumal (para nadar com tartarugas) ou mesmo com as lindas praias de Tulum.

Cobá: para quem gosta de natureza, ambientes selvagens e rústicos e aventura. Essa é a cara de Cobá. Também dá para combinar com as atrações mencionadas em Tulum, com os Cenotes de Cobá ou mesmo com as Ruínas de Tulum.

Ek Balam: apesar de eu ter gostado muito, deixaria no mínimo como a 2º ou 3º opção em ruínas. Dá para combinar com Chichén Itzá.

Vídeo

Assista ao nosso vídeo das ruínas maias. Inscreva-se no canal do Dicas Onde Ficar e acompanhe os novos vídeos das viagens.

Dicas Cancún e região

Eu preparei uma série de artigos que vão ajudar no planejamento da sua viagem:

Principais destinos da região:

Guia completo 

Vídeo de Cancún:

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E você, tem alguma dúvida? Gostou do relato? Já conhece essas ou outras ruínas maias?

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33 Comentários


  1. olá Fred boa noite , estarei indo agora dia 08/02/2018 para Cancún e venho estudando suas dicas a um bom tempo , me ajudaram sobremaneira !!! ficarei hospedado em Valladolid para conhecer , Chizen Itza e Ek Balam !!! depois irei para Tulum e me hospedarei lá , para conhecer as ruínas de Tulum e Cobá (estou em dúvida , se na parte da tarde visito o parque xel-há ou se faço o tour no cenote sac actun, vc teria uma sugestão?). depois irei me hospedar em playa del carmen (penso em fazer o passeio do parque xcaret ou o parque xel-há , se tiver optado pelo tour no cenote sac actun ).depois irei dividir meu escasso tempo entre Cancún e isla mujeres , muito obg pelas suas dicas , vou como se conhecesse cada lugar a ser visitado !!! ps :meu único receio , é sobre a corrupção dos policiais mexicanos , quanto aos motoristas turistas , que andei lendo , mas , sou brasileiro e não desisto nunca !!!

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    1. Oi Rafael, tudo bem?

      O parque Xel-Há é um passeio pra um dia inteiro, tanto pelo tamanho como pelo preço. É inviável fazer as ruínas (Tulum e Cobá) + Xel-Há no mesmo dia. Vá no Sac Actun que o tour dura +- 1 hora. No dia seguinte você opta pelo Xel-Há ou pelo Xcaret.

      Quanto aos policiais o problema não é tão generalizado. Conheço muitas pessoas (muitas mesmo) que já fizeram a região de carro alugado e nenhuma teve problemas com policiais. O que acontece é que as experiências negativas propagam muito mais pela internet do que as experiências positivas. A chance de isso acontecer com você é pequena, mas caso aconteça não deixe que isso estrague a sua viagem.

      Abraços e boa viagem 🙂

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  2. Oi ! Parabens pelas dicas! Gostaria de saber se necessito comprar ingressos para Chichen Itza antecipadamente ou posso comprar direto no dia.
    Preferia ir de carro e comprar os ingressos no local. O que você acha
    Aguardo seu contato

    Responder

    1. Oi Gisele, tudo bem?

      Obrigado.

      Foi exatamente o que eu fiz, fui de carro e comprei lá na hora. É fácil, mas pode ter alguma fila em períodos de maior movimento.

      Abraços e boa viagem 🙂

      Responder

  3. Oi, Fred, tudo bem? Parabéns pelas informações que compartilha, detalhadas na medida certa e muito úteis! Irei à riviera maya em novembro e estou aproveitando vááárias das suas dicas, tanto em relação a roteiro (eu já pretendia fazer um bem parecido com o seu, em termos de dias e itinerário) quanto a aspectos práticos como câmbio, chip internacional e aluguel de carro. 😀
    Em relação às ruínas, gostaria de perguntar o seguinte: você contratou guia em algum dos sítios? Achou que valeu a pena? Em geral gosto de intercalar visitas mais explicadas com outras mais livres, e gostaria de saber em qual dos sítios você acha que realmente vale a pena ter um guia.
    Valeu! Abraços.

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    1. Oi Thassio, tudo bem?

      Obrigado 🙂

      Eu não fiz visitas guiadas mas elas estão disponíveis em todas as ruínas.

      É difícil eu dizer em qual sítio vale mais a pena as visitas guiadas. Todos possuem muita história. Talvez seja interessante se basear pela sua disposição e pelo seu feeling lá na hora para decidir quais sítios visitar livremente ou com guia.

      Abraços 🙂

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      1. oi, Fred, valeu pela ajuda! uma outra pergunta: quantos dólares mais ou menos você acha que é legal levar em cash? ficarei cerca de 20 dias na região… abs!

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        1. Essa é uma questão difícil.

          Como você vai ficar muitos dias acho que é inviável levar tudo em cash. Não sei se os hotéis já estão pagos ou você pagará na hora. E também não sei o perfil da sua viagem, se é econômica.

          Eu sempre levo uma parte em cash e uma parte uso o cartão de crédito.

          Abraços 🙂

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          1. Sim, esse é meu plano. É que eu gostaria de ter uma ideia de gasto diário, e tentar usar mais o cash, para economizar.. principais com almoços, bebidas, entradas de atrações.. num estilo intermediário-econômico, rsrs. Abs e muito grato pela ajuda!


    1. Oi Izabel, tudo bem?

      Sim, é possível, mas as ruínas podem ser visitas em meio período ou mesmo em 2 ou 3 horas. A não ser que vocês tenham um motivo específico, mas não há necessidade de ficar 3 dias no entorno de Chichén Itzá.

      Caso vocês queiram explorar melhor essa região eu recomendo vocês se hospedarem em Valladolid (distante uns 45 km das ruínas).

      Veja o que fazer em Valladolid.

      Abraços 🙂

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  4. Olá, Fred.

    Primeiro, parabéns pelo blog, estou tirando todas as minhas dúvidas aqui e me programando conforme suas dicas, muito obrigada!

    Minha dúvida: daria para combinar Chichén Itza + Ruínas de Tulum numa manhã? Estamos hospedados no Barceló de Riviera Maya e, alugaríamos carro ou até mesmo o transporte público, e sairíamos beeem cedo (rs), entre 6:30-7h de Playa del Carmen, chegando no Chichén por volta das 8:30 e saindo de lá umas 10:00; chegando em Tulum por volta das 11:30 e saindo de lá umas 13:00. Acha que seria um bom planejamento para conhecer as duas ruínas?

    Grata desde já!

    Responder

    1. Oi Camila, tudo bem?

      Obrigado 🙂

      Não vai dar certo esse planejamento. Vocês precisarão de mais tempo.

      O ideal seria alugar um carro (Dicas Alugar Carro em Cancún e região) para ganhar tempo.

      O trajeto de carro do Barceló Riviera Maya até Chichén Itzá é de 2:30h. Se vocês saírem às 06:30 chegarão por volta das 09:00.

      Em Chichén Itzá além de visitar as ruínas leva-se um tempo com o estacionamento, bilheteria, banheiros, etc. No mínimo (meio corrido até) umas 2 horas lá. Sairão de Chichén Itzá por volta das 11:00.

      De Chichén até as Ruínas de Tulum são umas 2 horas de viagem. Chegarão por volta das 13:00.

      Entre conhecer as ruínas, estacionamento, bilheteria, banheiro, etc leva-se umas 2 horas. Sairão por volta das 15:00.

      De Tulum até o Barceló Riviera Maya dá uns 30 minutos de carro. Chegarão por volta das 15:30 (e olha que eu nem considerei um tempo para o almoço).

      O ideal seria reservar um dia inteiro.

      Abraços 🙂

      Responder

  5. Fred,

    Quanto tempo leva para visitar cada lugar desse? é possível misturar com outro passeio?

    Responder

    1. Oi Vinicius, tudo bem?

      Cada ruína vai levar +- umas 2 horas para ser visitada (ou um pouco menos).

      Nos arredores e no caminho até as ruínas você passará por muitas atrações. Tanto com agências como por conta própria você irá combinar as ruínas com outras atrações (pode ser até 2 ruínas no mesmo dia). É um planejamento que você terá que fazer.

      Nesse artigo eu mostro o roteiro que fiz dia a dia. Nele você confere as atrações que eu combinei com as ruínas: Dicas Roteiro Cancún e Região.

      Abraços 🙂

      Responder

  6. Ola!!! Gostaria de saber se é facil acharmos guias em portugues em Chichen Itza e Tulum. Nós vamos fazer os passeios de carro mas receio de ser dificil contratar guias em portugues la!
    Obrigada!!

    Responder

    1. Oi Paula, tudo bem?

      Não acho difícil encontrar guias que falem português.

      Mas acho que você não deve esperar um guia que tenha feito aulas de português. Provavelmente ele falará um bom portunhol.

      Abraços 🙂

      Responder

  7. Fred, muito obrigada por compartilhar, seu material está me ajudando muito!! (já baixei o ebook) .
    Eu vou ficar 5 dias na Cidade do México e dpois quero fazer o seguinte : pegar um avião de manhã até Cancun, no mesmo dia me deslocar pra Chicen Itzá e pernoitar em algum hotel : no dia seguinte conhecer o sítio de Chicen Itzá , e após o fechamento, que é as 17 hrs, voltar pro hotel, pegar as malas, ir pra Tulum, pernoitar, e então nos 2 outros dias conhecer as ruínas Maias e Cobá (me hospedando no mesmo hotel em Tulum). Você acha que é possível ???? Ou seria melhor eu ficar em Cancun e ir fazendo bate e voltas ?? Obrigada

    Responder

    1. Oi Ana, obrigado 🙂

      O seu roteiro não só é possível como também é muito melhor do que fazer bate-voltas de Cancún. Mas eu acredito que você precisará alugar um carro. Depender de transporte público para esse roteiro pode não dar certo.

      Abraços 🙂

      Responder

  8. Olá, Fred!

    Primeiramente parabéns pela maneira clara e detalhada que você escreve. Muito bom mesmo!
    Bom, não li ainda sobre o aluguel de carros mas ja vi que aqui em cima você convida pra ir lá e talvez já tenha a resposta pra minha pergunta mas vou fazer aqui mesmo: Você alugou ou levou um GPS pra usar no deslocamento de carro? Sempre tem a opção de comprar chip pra usar o gps pelo celular, ne? Como você fez?

    Um abraço e obrigado!

    Responder

    1. Olá Jhonatas, obrigado 🙂

      Eu tenho utilizado nas minhas viagens o Google Maps offline. Não fiz um artigo sobre esse assunto, mas pesquisando no Google você encontra muitas informações.

      Sobre aluguel de carro em Cancún e região veja mais dicas nesse artigo: aluguel de carro em Cancún

      Abraços

      Responder

  9. parabéns pelo site! muito bom!

    Gostaria de tirar uma dúvida. Estou pensando em alugar um carro para ir de cancun, playa del carmem, tulum e chichen itza. Ouvi falar que não é muito seguro pegar estrada de noite pela região, por questões de assalto etc. Sabe alguma coisa sobre?

    Obrigado!

    Responder

    1. Olá Guilherme, obrigado 🙂

      Eu não dirigi muito à noite por lá. Eu não posso afirmar se é seguro, perigoso ou se tem assaltos.

      O que eu posso dizer é que a Carretera 307 (que liga Cancún, Playa del Carmen e Tulum) é duplicada, movimentada e me pareceu segura em qualquer hora do dia.

      Saindo do litoral e indo em direção à Chichén Itzá, Valladolid e Cobá os locais são mais desabitados e ermos. Pode ser que não seja tão seguro à noite.

      Leia o artigo com dicas para alugar carro em Cancún e região.

      Imperdível: Guia completo de Cancún, Playa del Carmen, Tulum, Cozumel e região

      Boa viagem 🙂

      Responder

  10. Muito bem detalhado, adoro relatos assim, muito bom pra montar meu roteiro!

    Responder

  11. Muito bem explicado!
    Deu uma ótima base para se ter noção do roteiro que estou montando, além da divulgação dos preços bem detalhados.

    Parabéns!

    Responder

  12. parabens…muito bem explicado e narrado. Valeu

    Responder

  13. Ótimas dicas e informações para quem está planejando viajar para Cancún. Obrigada,

    Responder

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